h1

Setembro 2012

01/10/2012

Seguem os filmes vistos em setembro, em ordem cronológica:

05 – O Legado Bourne (The Bourne Legacy, EUA, 2012) – A performance intensa de Jeremy Renner como o novo protagonista, o bom roteiro de Tony Gilroy e a alucinante perseguição final oferecem uma divertida volta ao mundo de Jason Bourne. 4/5
09 – A Morte do Demônio (The Evil Dead, EUA, 1981) – A direção criativa de Sam Raimi faz valer até o mais tosco dos efeitos de maquiagem e dá início a uma das mais divertidas franquias de terror auto-paródico do cinema. 4/5
09 – Uma Noite Alucinante (Evil Dead II, EUA, 1987) – É surpreendente como essa continuação consegue soar tão original quanto o primeiro filme, ainda mais levando em conta que o roteiro é basicamente a mesma coisa que o anterior. 4/5
09 – Uma Noite Alucinante 3 (Army of Darkness, EUA, 1993) – Leva o conceito da trilogia ao extremo e oferece momentos memoráveis, dentre os quais se destaca a inesquecível cena do moinho. 4/5
12 – Iron Sky (Iron Sky, Alemanha, 2012) – Os nazistas se refugiaram na Lua. A premissa é mais genial que o filme, que é enfraquecido pela estrutura do roteiro, mas que não deixa de ter algumas piadas sensacionais e um plano final absolutamente fantástico. 3/5
14 – O Teatro Bizarro (The Theatre Bizarre, EUA, 2012) – Como toda antologia, tem pontos altos e baixos, peca pela falta de ritmo; curiosamente, a melhor parte do filme é justamente o conto que mais fuge da temática do projeto. 3/5
16 – Aniversário Macabro (The Last House on the Left, EUA, 1972) – A violência crua e realista choca, mas é diluída pelo bizarro tom cômico com o qual Wes Craven tenta pintar boa parte da história. 2/5
16 – Aterrorizada (The Ward, EUA, 2010) – Com performance central intensa de Amber Heard, este é um dos melhores trabalhos recentes de John Carpenter, que consegue fazer uma história pequena e simples soar como um verdadeiro pesadelo. 4/5
16 – As Donas da Noite (Wir Sind Die Nacht, Alemanha, 2010) – Nem as boas atuações ou a direção cuidadosa de Dennis Gansel são capazes de salvar o filme de seu roteiro tolo e vazio. 2/5
17 – Almas Reencarnadas (Rinne, Japão, 2005) – A estética do cinema japonês aqui é responsável por alguns momentos que são tensos exclusivamente em função do estranhamento que causam, já que, além do diretor Takashi Shimizu não saber conduzir a história, tanto trama quanto personagens são bastante desinteressantes. 2/5
17 – ParaNorman (ParaNorman, EUA, 2012) – Uma poderosa lição de moral para crianças, e também um divertido ‘filme de terror infantil’. 3/5
18 – O Corte (Le Couperet, França, 2005) – Somente Costa-Gavras para, ao narrar a história de um homem que resolve matar os concorrentes na busca por emprego, conseguir fazer isso de modo sério e dramaticamente verossímil. 4/5
19 – Poder Paranormal (Red Lights, EUA/Espanha, 2012) – Tudo parecia muito legal até a revelação final, que, embora explique alguns detalhes do roteiro, vai contra tudo que o filme vinha defendendo até então. 3/5
27 – Dredd (Dredd, EUA, 2012) – Contando com excelente uso do 3D e magnífica câmera lenta, é um excelente longa de ação que, graças aos personagens carismáticos e a direção dinâmica de Pete Travis, surge como uma bela mistura de RoboCop e Duro de Matar. 4/5
28 – Paraísos Artificiais (Brasil, 2012) – Boas atuações, boa fotografia e boa montagem não salvam o filme da eterna repetição de colocar os (pouco interessantes) personagens transando ou usando drogas o tempo todo. 3/5
29 – Gigantes de Aço (Real Steel, EUA, 2011) – Misturando elementos de O Gigante de Ferro, Transformers e Rocky, temos uma divertida ficção científica sobre robôs boxeadores pincelada com excelentes efeitos visuais e uma ótima dinâmica entre a dupla protagonista de pai e filho, vividos respectivamente por Hugh Jackman e Dakota Goyo. 4/5
29 – Scooby-Doo (Scooby-Doo, EUA, 2002) – Por mais menos complexo que o roteiro se mostre a cada revisão, o filme continua contando com o carisma dos protagonistas e a criativa direção de arte, além de uma ótima trilha sonora incidental. 3/5
30 – Codinome Cassius 7 (The Double, EUA, 2011) – Peca ao revelar um importante detalhe do enredo cedo demais e por não conseguir manter a atmosfera de desconforto necessária à pretenção da trama, mas ainda assim tem o roteiro elaborado o suficiente para oferecer interessantes reviravoltas à medida que a história se desenrola. 4/5
30 – Na Trilha do Assassino (Tenderness, EUA, 2009) – Com um roteiro para lá de pretensioso e uma história que sai do nada e vai para lugar nenhum, o filme é arrastado, chato e nem Russell Crowe salva. 1/5

São 19 filmes, apenas um de 1 estrela, nenhum cinco estrelas, numa nota média de 3,2. E só duas críticas

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: