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Abril 2012

01/05/2012

Em abril consegui voltar a ir ao cinema com uma frequência menos vergonhosa, mas ainda assim a média de filmes continua baixa:

06 – Jogos Vorazes (The Hunger Games, EUA, 2012) – 3/5

07 – Ilha: Uma Prisão Sem Grades (Boot Camp, EUA, 2008) – Mesmo com o final apressado e pouco desenvolvido, o filme ainda representa um assustador quadro sobre a decadente relação entre pais e filhos nos Estados Unidos. 4/5

08 – Gatos, Fios Dentais e Amassos (Angus, Thongs and Perfect Snogging, Inglaterra, 2008) – Genérico filme sobre o universo feminino adolescente da Inglaterra. Elenco não cativa e trama não envolve. 2/5

10 – Kid-Thing (Kid-Thing, EUA, 2012) – Através de uma inteligente estratégia visual e contanto com uma protagonista impulsiva e com índole destrutiva, Kid-Thing pinta um retrato curioso sobre as questões que atravessam de vida das crianças com pais ausentes. 3/5

13 – A Profecia (The Omen, Inglaterra, 1976) – O conceito de “filho do diabo” já havia sido muito melhor explorado cerca de 10 anos antes por Roman Polanski em seu O Bebê de Rosemary. De interessante e original, A Profecia só tem a oferecer a assustadora trilha sonora de Jerry Goldsmith. 2/5

17 – No Tempo das Diligências (Stagecoach, EUA, 1939) – Mais de 70 anos depois, No Tempo das Diligências continua empolgante e divertido. Não só é um filme de ação exemplar, com tomadas de câmera bem avançadas para a época, como ainda consegue lançar algumas (nem tão) sutis críticas sociais. 5/5

21 – Adrenalina 2: Alta Voltagem (Crank 2: High Voltage, EUA, 2009) – Propositalmente idiota e repleto de ação descerebrada, Adrenalina 2 diverte tanto quanto o primeiro filme, apesar de se repetir demais em certos momentos. 3/5

23 – Gilda (Gilda, EUA, 1946) – Apesar do bom humor e de alguns diálogos afiados, a trama é fraca, e o que se destaca no filme é mesmo a ousada performance de Rita Hayworth. 3/5
24 – Gilda (Gilda, EUA, 1946) – 3/5

25 – Um Método Perigoso (A Dangerous Method, Canadá, 2011) – 3/5

25 – Shame (Shame, EUA, 2011) – Estudo de personagem melancólico e bem construído, conta com visceral atuação de Michael Fassbender. 4/5

26 – À Toda Prova (Haywire, EUA, 2011) – Intrigante e divertido. À Toda Prova consegue ser inteligente e ao mesmo tempo descompromissado. 4/5

27 – Contatos de 4º Grau (The Fourth Kind, EUA, 2009) – O pior de tudo é que o filme tenta soar absurdamente sério quando, em essência, é absolutamente patético. 1/5

30 – Os Vingadores (The Avengers, EUA, 2012) – Tem um plano sequência na batalha final de Os Vingadores que resume perfeitamente o nível de excelência que é o filme. Com a câmera viajando com elegância pelo cenário em plena destruição e saltando de herói em herói, Joss Whedon realiza uma belíssima homenagem a esses icônicos personagens. É o momento máximo de um filme feito de fã para fã. Fantástico. 5/5

Foram 14 filmes, e uma média de nota de 3,2.

3 comentários

  1. Vamos lá:

    “Jogos Vorazes”: Achei bem qualquer coisa, não entendo a razão para tanto barulho. Aliás, não vejo como essa história possa ter continuações…

    “Um Método Perigoso”: A Keira Knightley conseguiu me traumatizar desde a primeira cena. Que atuação horrorosa! Lembro que até fiquei de má vontade com o filme.

    “Shame”: Um bom estudo sobre a solidão e, claro, um ótimo trabalho de Michael Fassbender. Só senti falta de explicações: por que o relacionamento dele com a irmã é conturbado? qual o passado dele? o que fez ele ser assim?


    • Também não entendo o auê em cima de Jogos Vorazes. Escrevi a crítica basicamente para dizer isso.

      Fiquei muito triste com a atuação péssima da Knightley, uma atriz que eu gosto muito, e desde muito tempo.

      Quanto às questões não resolvidas de Shame, realmente não vi necessidade de o roteiro ter se aprofundado nelas. Até gostei que o filme tenha poupado explicações.


  2. Ah, discordo totalmente dessa descrição dada para “A Profecia”, um clássico que permanece ainda mais assustador nos dias atuais, vendo que por todo aquele verniz diabólico tem um interessante texto político. Seriam aos indivíduos ávidos por poder os verdadeiros anticristos dos nossos tempos? Já “Contatos de 4º Grau” foi um filme que só eu gostei. Aprecio muito certa experimentação na produção, especialmente com os truques de montagem.

    Eis minhas cotações:

    Jogos Vorazes – 3/5
    A Profecia – 5/5
    Adrenalina 2: Alta Voltagem – 2/5
    Shame – 3/5
    À Toda Prova – 2/5
    Contatos de 4º Grau – 4/5
    Os Vingadores – 3/5



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