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Março 2012

01/04/2012

E o março de 2012 ao filme para se concretizar com um dos meses em que eu menos vi filmes nos últimos anos. 9. Só não perde o fatídico agosto de 2011, com 8.

Como de costume, ordem cronológica, em negrito estão os vistos no cinema:

1 – O Homem Que Mudou o Jogo (Moneyball, EUA, 2011) – Adotando o mesmo estilo cerebral visto em Capote, porém agora muito mais refinado, o diretor Bennett Miller leva para as telas um excelente roteiro de Aaron Sorkin e Steven Zaillian com bastante segurança, e, com ajuda do elenco equilibrado, torna instigante uma história que, de outra forma, não seria tão interessante. 4/5

3 – Drive (Drive, EUA, 2011) – Um competente estudo de personagens que é, ao mesmo, um sutil e romance, e um filme de ação que transborda em estilo e renova as cenas de perseguição de carro no cinema Hollywoodiano. 4/5

10 – Um Dia (One Day, EUA/Inglaterra, 2011) – É tudo que (500) Dias com Ela tentou ser e não conseguiu. Não tem uma história tão interessante, mas conquista pela proposta narrativa diferente e pelas cativantes atuações de Anne Hathaway e Jim Sturgess. O fraquíssimo final quase destrói o filme. 4/5

13 – Lírio Partido (Broken Blossons, EUA, 1919) – Tentando se desculpar pelo excessivo racismo presente em sua obra-prima O Nascimento de Uma Nação, o lendário D. W. Griffith acaba oferecendo uma poética história de amor entre personagens de natureza incrivelmente trágica. 4/5

14 – Watchmen: O Filme (Watchmen, EUA, 2009) – Depois de ler a HQ, rever o filme comprova definitivamente a notável competência da direção de Zack Snyder e do roteiro de Alex Tse e David Hayter. 5/5

18 – Guerra é Guerra (This Means War, EUA, 2012) – Divertido. Absurdamente tolo, mas divertido. A direção de McG é preguiçosa, o roteiro é abobado, mas a dinâmica de Chris Pine e Tom Hardy prende a atenção durante a maior parte. O grande problema do filme é se levar a sério demais.

20 – O Gabinete do Dr. Caligari (Das Cabinet des Dr. Caligari, Alemanha, 1920) – Terceira vez que vejo e continuo achando genial do início ao fim. Obra-prima incomparável.

22 – A Fonte das Mulheres (La Source Des Femmes, Bélgica/França/Itália, 2011) – De forma admirável, trata de maneira simultaneamente crítica e irreverente a urgente questão a cerca do grotesco e arcaico machismo incrustado na cultura islâmica. 5/5

24 – Pina (Pina, Alemanha/França/Inglaterra, 2011) – Embora, a primeira vista, falhe em não contextualizar sua personagem título historicamente, Pina logo conquista pelo espetáculo visual (e musical) que, orquestrado com maestria por Win Wenders, oferece uma das mais belas aplicações do 3D até hoje.

Enfim, apenas 9 filmes, com uma nota média de 4,2 sobre 5 – a mais alta do ano até o momento. E nenhuma crítica😦

2 comentários

  1. Tá bem melhor que eu. Esse mês que passou, só assisti 4. Preciso que alguém me banque. Desses, fui ver no cinema O Homem Que Mudou o Jogo (http://wp.me/p1Yz30-hZ), Drive (http://wp.me/p1Yz30-jg) e Watchmen.


  2. Concordo contigo sobre “Um Dia”. Aquele final completamente aleatório quase destrói o filme!



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