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Outubro

03/11/2011

Outubro foi marcado por duas coisas, basicamente: 1) maratona de filmes do Spielberg que eu ainda não tinha visto, como preparação para o curso (decepcionante) da CenaUm sobre sua filmografia; 2) escasso tempo para qualquer coisa na metade final do mês, marcado principalmente pelo acúmulo grosseiro de trabalhos da faculdade por fazer.

Dito isso, segue abaixo em ordem cronológica a lista de filmes vistos nos últimos 30 dias:

4 – Contra o Tempo (Source Code, EUA, 2011) – Inteligente ficção científica que explora de modo competente seu conceito de viagem no tempo. 4/5
4 – Confiar (Trust, EUA, 2010) – Ótimo elenco em um eficiente drama sobre as consequências do envolvimento de uma menina de 14 anos com um pedófilo que conheceu pela Internet. 4/5
4 – Missão Madrinha de Casamento (Bridesmaids, EUA, 2011) – Uma espécie de versão feminina de Se Beber, Não Case. Tem seus bons momentos, mas não são tantos. 3/5
5 – A Hora do Espanto (Fright Night, EUA, 2011) – Divertida, mas problemática refilmagem do cult de 1984. Tem mérito pelo retrato de um vampiro genuíno. 3/5crítica.
10 – Amor Extremo (The Edge Of Love, Inglaterra, 2008) – Subestimada obra-prima do diretor John Maybury. 5/5
16 – Louca Escapada (The Sugarland Express, EUA, 1974) – Divertida comédia que retrata personagens ingênuos e tolos na posição de “perigosos” fugitivos da lei. De certa forma, uma versão cômica de Os Implacáveis. 4/5
17 – 1941: Uma Guerra Muito Louca (1941, EUA, 1979) – Spielberg fazendo paródia da II Guerra Mundial é uma coisa que não se vê todo dia. O resultado é engraçado e satisfatório, mas bem mais longo que o ideal. 3/5
18 – No Limite da Realidade (The Twilight Zone, EUA, 1983) – Funciona mais como homenagem à série de TV do que como um filme independente. 3/5 para os segmentos de John Landis e George Miller; 4/5 para os segmentos de Joe Dante e Steven Spielberg. Média: 3/5
19 – Trovão Tropical (Tropic Thunder, EUA, 2008) – Irreverente comédia que ganha destaque graças às atuações de Robert Downey Jr. e Tom Cruise, que roubam o filme sempre que aparecem em cena. 3/5
20 – A Cor Púrpura (The Color Purple, EUA, 1985) – Forte drama sobre as dificuldades enfrentadas por uma personagem que se transforma de modo tocante ao final da narrativa em excelente performance de Whoopi Goldberg. 4/5
20 – Império do Sol (Empire Of The Sun, EUA, 1987) – Ótimo longa sobre a guerra através da visão de uma criança mimada que aprende a se virar sozinha – Christian ‘Batman’ Bale estreando no cinema em grande estilo. 4/5
20 – Além da Eternidade (Always, EUA, 1989) – Drama lento e sem foco que, apesar da boa atuação central de Richard Dreyfuss (que tenta dar carisma a um personagem absurdamente egoísta), jamais consegue conquistar o espectador. 2/5
21 – Hook: A Volta do Capitão Gancho (Hook, EUA, 1991) – Apesar da trilha envolvente, dos cenários majestosos e da divertida atuação de Dustin Hoffman, o filme falha em sua proposta – principalmente pela bizarra maquiagem de Robin Williams durante o terceiro ato. 2/5
26 – Contágio (Contagion, EUA, 2011) – Excelente estudo não de personagens, mas de uma grande situação de crise mundial. 4/5

14 filmes. Média das notas: 3,4

No final, não consegui ver todos os filmes do Spielberg que me faltavam (e ainda me faltam A Lista de Schindler, Amistad, A.I. Inteligência Artificial), nem o curso foi recompensador. Na manhã do primeiro dia o foco foi sobre o lado realista da carreira do Spielberg, e nada do que foi dito ali me serviu para muita coisa. Basta dizer que dentre todos os participantes do curso, incluído aí o ‘professor’, só eu e o meu colega de Fila K, Giordano, havíamos visto 1941. Depois, os comentários sobre os outros filmes não eram mais do que… comentários, sem nenhum análise mais profunda e tal. Pena. Acabei não conseguindo ir no segundo dia, quando o assunto seriam os filmes fantasiosos do Spielberg. E sinceramente, não acho que perdi muita coisa.

Revi Amor Extremo porque decidi fazer sobre esse filme a minha crítica para a cadeira de Seminário de Cinema na faculdade. Já tinha escrito de modo bem amador quando vi o filme no cinema, mas o texto estava tão pobre, que me botei a rever o filme e escrever uma análise mais completa e decente. De fato, cheguei a resultados de interpretação e escrita bem melhores, e só não posto o texto final porque quero aprofundá-lo ainda mais – mas vale dizer que até agora já está com seis páginas.

E não cheguei a publicar aqui no blog a crítica de Contágio, mas ela pode ser lida no site.

Agora em novembro, quero acelerar as críticas. Esse papo vem de meses, eu sei, mas…

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