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Fuck yea!, back to life

12/09/2011

Chega de frescura. Vou comentar abaixo sobre todos os filmes que vi desde Harry Potter 8, senão nunca mais retomo essa coisa. Vai de tudo de uma vez mesmo, e era isso.

  • Incidente (Incidente, Argentina, 2010) – Visto no Fantaspoa, é um terror argentino que lembra demais o espanhol REC, ficando bem aquém do mesmo. 3/5
  • Zênite (Zenith, EUA, 2010) – Uma inusitada e misteriosa mistura de Clube da Luta, Laranja Mecânica e mais algumas coisas. Dirigido por um desconhecido que se auto-intitula “Anonymous”, Zênite é uma ficção científica bastante interessante que explora o potencial do cinema como representação da realidade. 5/5
  • Anoitecer Violento (Stake Land, EUA, 2010) – Remetendo ao ótimo de desolador A Estrada em tom e estrutura, Anoitecer Violento é um conto sobre vampiros que tem seus bons momentos, mas que peca pelo roteiro arrastado, e por ser “mais do mesmo”. 3/5
  • Ubaldo Terzani Horror Show (Itália, 2010) – Um amontoado de erros de direção, roteiro e atuação. Péssimo terror italiano. 1/5
  • Cyrus: Mente de um Serial Killer (Cyrus: Mind Of a Serial Killer, EUA, 2010) – Não tão horrível quanto o citado acima, mas igualmente falho, e com muita narração excessiva. 1/5
  • Flicka (Flicka, EUA, 2006) – Ingênuo e bobo. Muito drama para pouca coisa. Mas interessante ver o cantor Tim McGraw atuando. 2/5
  • Encontro Explosivo (Knight and Day, EUA, 2010) – Revelou-se tão divertido quanto visto pela primeira vez, praticamente um ano atrás. 3/5
  • O Pior Trabalho do Mundo (Get Him To The Greek, EUA, 2010) – Russel Brand sempre compensa. 3/5
  • Skinwalkers: Amaldiçoados (Skinwalkers, EUA, 2006) – Um drama sobre lobisomens mal maquiados que infelizmente se levam a sério demais, amedrontados por uma profecia que não faz o menor sentido (como a maioria das profecias). 1/5
  • Capitão América: O Primeiro Vingador (Captain America: The First Avenger, EUA, 2011) – Divertido, e empolgante. Apesar de errinhos. Tem crítica no Fila K. 4/5
  • Potiche: Esposa Troféu (Potiche, França, 2010) – Engraçadinho, mas não consegue sustentar muito bem sua crítica social. 3/5
  • A Serbian Film: Terror Sem Limites (Srpski Film, Sérvia, 2010) – Ainda não encontro muitos argumentos para defender esse filme, mas chego lá. Acho genial. 5/5
  • Footloose: Ritmo Louco (Footloose, EUA, 1984) – Surpreendente por se concentrar mais na crítica ao rigor religioso da pequena cidade onde transcorrem os eventos da história do que no caráter musical do roteiro. 4/5
  • Daisy Diamond (Dinamarca, 2007) – O peso da maternidade não planejada é muito bem explorado nesse forte drama dinamarquês com visceral atuação de Noomi Rapace. 4/5
  • Meia-Noite em Paris (Midnight in Paris, EUA/França, 2011) – Sensível, engraçado e inteligente, é o melhor filme de Woody Allen em anos. Tem crítica no Fila K4/5
  • Super 8 (EUA, 2011) – Nostalgia pura. É esse o melhor mérito e o maior defeito do filme. Tem crítica no Fila K. 4/5
  • A Última Estação (The Last Station, Alemanha/Rússia, 2009) – Ótimo elenco e boa reconstituição de época são sabotados por um roteiro sem foco. 3/5
  • Melancolia (Melancholia, Dinamarca, 2011) – Ensaio sobre o fim do mundo (mas não só). Poético e denso. Belo e deprimente. Melancólico por excelência. 5/5
  • Apenas Uma Vez (Once, Irlanda, 2006) – Não importa quantas vezes eu veja esse filme, é sempre emocionante. 5/5
  • A Viagem de Lucia (Il Richiamo, Argentina/Itália, 2009) – Razoável drama existencial ítalo-argentino. 3/5
  • O Rei Leão (The Lion King, EUA, 1994) – O 3D é dispensável, mas ver o Rei na telona é impagável. Chorei litros. 5/5
  • Marley e Eu (Marley and Me, EUA, 2008) – Consegue contar anos como se fossem semanas sem soar repetitivo ou episódico, e ainda terminar de modo satisfatório e emocionante. E o cachorro não fala, graças ao bom senso! 4/5
  • O Homem do Futuro (Brasil, 2011) – Impressionante empreitada nacional para dentro da ficção científica. Roteiro intrigante e bem construído. Wagner Moura fantástico. 4/5
  • Conan: O Bárbaro (Conan: The Barbarian, EUA, 2011) – Tem um que outro momento inspirado, e Jason Momoa conquista pelo carisma, mas o roteiro formulaico e capenga aliado à direção preguiçosa do sempre incompetente Mascus Nispel destroem qualquer chance de bom entretenimento. 2/5
  • Se Eu Fosse Você (Brasil, 2006) – Revisto, continua divertido, principalmente pela entrega total de Tony Ramos ao papel. 3/5
Sim, foram pouquíssimos filmes para esse tempo todo. Em agosto foram só sete! Mas tive problemas tensos para resolver. Agora o mundo está voltando ao normal, então posso voltar a escrever. Quero dizer, normal não. Nunca foi (fui) normal, e continua não-normal, não anormal, mas não-normal em todo caso. Apenas é um não-normal diferente do de antes.

3 comentários

  1. Nota pela capacidade de síntese: 5/5!


  2. Tim McGraw*, love


  3. Tô mal, vi poucos. Flicka (2/5), Encontro Explosivo (3/5), O Pior Trabalho do Mundo (4/5), Footloose (3/5), Meia-Noite em Paris (4/5), Melancolia (4/5), Apenas uma Vez (4/5), O Rei Leão (4/5) e Marley & Eu (4/5). Se for para escolher o melhor, fico entre O Rei Leão e Melancolia – mas Meia-Noite em Paris e Apenas Uma Vez chegam bem perto.



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